Escolas de Pirabeiraba participam do Concurso Teatral Água para Sempre

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A 11ª edição do Concurso Teatral Água para Sempre, promovido pela Companhia Águas de Joinville tem a participação de 31 centros de educação infantil (CEIs) e escolas municipais de Joinville. As apresentações estão acontecendo nos dias 26, 27, 28 e 29 de setembro, em três categorias, serão selecionadas três peças vencedoras por categoria, com prêmios para a escola, coordenadores e alunos participantes. As peças vencedoras serão reapresentadas na Noite dos Campeões, marcada para dia 4 de outubro.

Neste ano, o tema do Concurso é “Baía da Babitonga protegida, berçário da vida.” Assim, por meio da arte do teatro, aproximadamente mil crianças e adolescentes apresentam a importância de preservar um dos lugares mais belos de Joinville.

Duas escolas de Pirabeiraba participam deste concurso: Escola Municipal Alfredo Germano Henrique Hardt, na categoria A (CEI – maternal II, 1º e 2º períodos) e a Escola Municipal Profº Honório Saldo, na categoria C (ensino fundamental – 5º ao 9º ano).

O Viva Pirabeiraba não  conseguiu contato com a Escola Municipal Profº Honório Saldo, por este motivo não temos informações sobre a sua peça teatral.

Histórias de pescadores…

O espetáculo “Histórias de pescadores…” da Escola Municipal Alfredo Germano Henrique Hardt é a culminância de um projeto maior sobre a preservação do meio ambiente e a sensibilização da comunidade escolar através de atitudes práticas sobre a importância da natureza e sua função social, tornando o trabalho pedagógico mais significativo e possibilitando que as crianças cresçam conscientes para uma vida sustentável.

A peça teatral se passa nos arredores da Baia da Babitonga e conta a história de dois pescadores, histórias que foram readaptadas pelas crianças da Educação Infantil. Elas tiveram como base as histórias contadas por uma mamãe pescadora que visitou a escola e também pela coletânea de histórias do menino caranguejo, obra de José Francisco Peligrino Xavier, o Chicolam.

intervencao

As crianças também fizeram uma performance (intervenção com as pessoas que iriam assistir à peça teatral) no lado de fora do teatro. As crianças pediam para que as pessoas escrevessem em um papel em forma de peixe “o que esperavam para o futuro da Baia da Babitonga”, então as pessoas colocavam na rede. Depois essa rede foi para o palco, se tornando cenário e no final da peça foram lidos alguns depoimentos.

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