Desfile das candidatas à realeza, música e gastronomia abrem a 54ª Festa do Colono

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A Sociedade Rio da Prata chega aos 70 anos em 2016. Assim, todos os eventos do calendário tem uma conotação comemorativa, conservando a tradição e a cultura que agrega gerações e traz um aumento significativo de público a cada evento. Na sexta-feira (22), aconteceu a abertura da 54ª  Festa do Colono e de acordo com os organizadores haviam mais visitantes do que na edição anterior.

Olga Voith Rudnick 81 anos, acompanhada por familiares, nos conta: “Nos últimos 5 anos, onde minha família vai passear eu vou junto. Eles, frequentam a Festa do Colono há muitos anos“. Assim como a família Rudnick, o grande público, saboreou Schwartzauer e sopa branca, ao som da Banda Municipal de Corupá (Jazz Band Elite), que sob a regência do maestro Lauro Wendorff Junior e a coordenação de Maria Aparecida Rosa, se apresentou voluntariamente e pela primeira vez no evento.

olga-voith-rudnick-festa-do-colono-pirabeirabaSra. Olga Voith Rudnick

Como parte do evento, o desfile das candidatas à Rainha da 54ª Festa do Colono, teve torcida organizada e a presença da realeza eleita na festa anterior. As candidatas Aline, Ana Paula, Brenda, Camylla, Chirley, Cristal, Dara, Jaciane, Karen, Suyane, Taís e Taíssa, concorrem para a eleição da  nova realeza, que será no sábado (23), segundo dia do evento.

O baile ficou por conta da experiência de 18 anos dos irmãos Radoll, que destacam: “A diferença desta festa é o fato de ser uma festa tradicional de Joinville, então trouxemos um repertório de músicas tradicionalmente germânicas“, citaram ainda que esta é a quinta vez que se apresentam na Festa do Colono.

Marcou presença no evento o Sr. Longuino Roch, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Joinville, que  fala sobre a importância da Festa do Colono: “Eu destaco a questão cultural. Desde o Hino de Joinville se fala sobre os colonizadores, pois foram várias etnias da Europa como alemães, italianos, portugueses entre outros que nos trouxeram suas riquezas, como a agricultura e o desenvolvimento sustentável, que é uma questão cultural e tem que ser preservado“.

Redação Viva Pirabeiraba
por Maria Cláudia Bergmann

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