Engenheiro Agrônomo da Epagri publica livro sobre a transformação do campo

O livro apresenta ao público apaixonado pelo setor rural e meio ambiente, artigos e textos do período entre 1980 e o primeiro semestre de 2017.

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O engenheiro-agrônomo da Epagri, Onévio Zabot, apresentou aos amigos do Governo do Estado a sua nova obra literária intitulada “Redescobrindo o Campo”. O ato foi na terça-feira, 22, na Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Joinville. Organizado pela secretária executiva do órgão, Simone Schramm, como forma de reconhecer e destacar o trabalho do servidor de carreira também frente aos seus convidados e irmãos de jornada.

Com 376 páginas, o livro teve revisão do professor Vital Poffo, diagramação do ilustrador Fábio Abreu e fotografia da jornalista Aires Carmem Mariga. A obra permeia a transformação do campo e da agricultura como espaço de lazer, de fomento da economia, da produção de alimentos, da preservação da natureza e da revelação de empreendedores rurais e perpassa as atividades das mulheres no campo.

livro-epagri-02“No livro apresento ao público apaixonado pelo setor rural e meio ambiente, artigos e textos do período entre 1980 e o primeiro semestre de 2017. Como filho de agricultores presenciei bons e maus momentos, momentos, sobretudo, de muita fé e esperança”, conta. Natural de Herval do Oeste, fez do campo uma experiência de trabalho árduo e continuado onde vivenciou a descontração, com os banhos de rios. Depois, em Iporã, Oeste do Paraná, teve contato com os cafezais e a erosão do solo. Como técnico passou pela vivência dos arrozais e bananais quando chegou às hortaliças, em Joinville.

“A carreira de engenheiro agrônomo surgiu como um desafio de entender o campo, o por que das dificuldades. Formado eu fiz concurso na antiga Acaresc, hoje conhecida Epagri”, recorda o servidor. Foi com o perfil de liderança política que desempenhou outras funções públicas sempre vinculadas a agricultura. No período de recorte da obra, vivenciou a revolução no campo: menos agricultores e mais produção devido à mecanização e automação das atividades. Os números reforçam, em 1980 eram 50 milhões de toneladas de grãos e em 2017 supera as 240 milhões.

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